Sattva, Ludov, friozinho, amigos, vinho que bate ruim. Tontura. Sentir-se mal. Torta de banana. Tontura. Sentir-se bem. Vexame. Amigos que elogiam o vexame. Risos e música boa. Fim de noite na padaria, chocolate quente que parece mousse. Amigos e risadas.
Como diz meu irmão que eu amo: life is good.
...:Violently happy:...
VAMOS FALAR DE COISA SÉRIA, PO
Hoje eu estive no Bob's da Av. Paulista - a lanchonete mais creep do mundo, de acordo com Genaro Renato em sua sensacional Teoria Pedestáltica, que todos deveriam ler e reler várias vezes - e passei por uma situação meio nhé
Eu estava na fila para comprar um delicioso e viciante milk shake de ovomaltine quando 3 ou 4 meninos engraxates entraram na loja. Com as roupas meio sujinhas e as caixas de engraxate nas costas, alguns se dirigiram para o salão dos fundos (passando por aquele corredor com as mesinhas creeps) enquanto um deles abordou uma moça que estava na fila para comprar os sanduiches: "ei tia, eu tou com fome, paga um lanche pra mim?" A moça gentilmente topou pagar um lanche pro guri, bonita ação.
Enquanto isso o gerente do estabelecimento corria atrás dos outros guris que se dirigiam para o fundo do salão. Foi atrás deles de maneira agressiva, já chamando a atenção, mas os meninos não tinham feito absolutamente nada!!! O gerente mandou eles sairem da loja, sem mais nem porque. Os guris ficaram bravos, claro e aí começou um bate boca horroroso, um dos guris ficou realmente irado porque o gerente tentava empurrar ele pra fora da loja e tal. O outro guri, que tinha ganho um lanche, mal teve oportunidade de pegar guardanapos e canudinho para comer, e foi forçado a comer na rua!!! Não deixaram os meninos dentro do Bob's porque eles eram engraxates e estavam sujinhos! PO!
Não vou negar que a aparência deles me intimidou, assim, dá vergonha falar, mas julga-se muito pela aparência ainda, mesmo nós, elite pensante (hohoho pior é que é verdade) do país, ainda julgamos pelas aparências. Já tá mais que provado que aparência não diz nada, o tiozão engravatado que tava atrás de mim na fila do milk shake podia ser assaltante, ladrão de banco, trombadinha. Como naquela famosa história da floquete que foi assaltada pelo cara para quem ela tava dando mole no ônibus. Mas eu fiquei indignada com a maneira como eles foram tratados, e GRATUITAMENTE. Foi nojento. Que ódio. E eu nem fiz nada, podia ter ido lá defender os moleques, né? Eles não tinham feito nada! Mas não, guardei minha indignação e agora a deixo aqui.
:P
Hoje eu estive no Bob's da Av. Paulista - a lanchonete mais creep do mundo, de acordo com Genaro Renato em sua sensacional Teoria Pedestáltica, que todos deveriam ler e reler várias vezes - e passei por uma situação meio nhé
Eu estava na fila para comprar um delicioso e viciante milk shake de ovomaltine quando 3 ou 4 meninos engraxates entraram na loja. Com as roupas meio sujinhas e as caixas de engraxate nas costas, alguns se dirigiram para o salão dos fundos (passando por aquele corredor com as mesinhas creeps) enquanto um deles abordou uma moça que estava na fila para comprar os sanduiches: "ei tia, eu tou com fome, paga um lanche pra mim?" A moça gentilmente topou pagar um lanche pro guri, bonita ação.
Enquanto isso o gerente do estabelecimento corria atrás dos outros guris que se dirigiam para o fundo do salão. Foi atrás deles de maneira agressiva, já chamando a atenção, mas os meninos não tinham feito absolutamente nada!!! O gerente mandou eles sairem da loja, sem mais nem porque. Os guris ficaram bravos, claro e aí começou um bate boca horroroso, um dos guris ficou realmente irado porque o gerente tentava empurrar ele pra fora da loja e tal. O outro guri, que tinha ganho um lanche, mal teve oportunidade de pegar guardanapos e canudinho para comer, e foi forçado a comer na rua!!! Não deixaram os meninos dentro do Bob's porque eles eram engraxates e estavam sujinhos! PO!
Não vou negar que a aparência deles me intimidou, assim, dá vergonha falar, mas julga-se muito pela aparência ainda, mesmo nós, elite pensante (hohoho pior é que é verdade) do país, ainda julgamos pelas aparências. Já tá mais que provado que aparência não diz nada, o tiozão engravatado que tava atrás de mim na fila do milk shake podia ser assaltante, ladrão de banco, trombadinha. Como naquela famosa história da floquete que foi assaltada pelo cara para quem ela tava dando mole no ônibus. Mas eu fiquei indignada com a maneira como eles foram tratados, e GRATUITAMENTE. Foi nojento. Que ódio. E eu nem fiz nada, podia ter ido lá defender os moleques, né? Eles não tinham feito nada! Mas não, guardei minha indignação e agora a deixo aqui.
:P
Acabei de ver Antes do Amanhecer de novo, passou na Globo, dublado.
É um dos meus filmes favoritos. Antes eu choramingava no final porque eu sempre fico com a certeza de que não, eles não vão se reencontrar. Dessa vez eu não choraminguei.
E eu tive a certeza de que eu já passei por uma situação dessas. Mas não era na Áustria, não era o Ethan Hawke, não era amor e não era grunge. Okay, não era uma situação dessas. Nem era uma situação. Nem era eu, nem era eu. Pft.
E o Ethan Hawke foi meu muso durante muuuito tempo, por causa desse filme. Cabelinho ensebado que eu adoro. Eu fico satisfeita em saber que ele casou com a Uma Thurman, de quem afinal de contas, dizem que eu tenho um pouquinho. Esse pouquinho dela que eu tenho podia ser o marido dela, né?
*piada infame detected*
OH MEU DEUS COMO EU ME APAIXONO PELAS PESSOAS E COMO EU QUEBRO A CARA, ALGUÉM MANDA EU PARAR? A Débs mandou mas nem adiantou. :P
E eu não tou falando de me apaixonar "estou amando mesmo estando em tratamento psiquiátrico intensivo", e sim apaixonar-por-amigo-na-amizade-pureza. ATÉ ASSIM EU QUEBRO A CARA. Se apaixonar é se foder, sempre. E eu me apaixono todo dia e me fodo todo dia, ê lerê.
:P
É um dos meus filmes favoritos. Antes eu choramingava no final porque eu sempre fico com a certeza de que não, eles não vão se reencontrar. Dessa vez eu não choraminguei.
E eu tive a certeza de que eu já passei por uma situação dessas. Mas não era na Áustria, não era o Ethan Hawke, não era amor e não era grunge. Okay, não era uma situação dessas. Nem era uma situação. Nem era eu, nem era eu. Pft.
E o Ethan Hawke foi meu muso durante muuuito tempo, por causa desse filme. Cabelinho ensebado que eu adoro. Eu fico satisfeita em saber que ele casou com a Uma Thurman, de quem afinal de contas, dizem que eu tenho um pouquinho. Esse pouquinho dela que eu tenho podia ser o marido dela, né?
*piada infame detected*
OH MEU DEUS COMO EU ME APAIXONO PELAS PESSOAS E COMO EU QUEBRO A CARA, ALGUÉM MANDA EU PARAR? A Débs mandou mas nem adiantou. :P
E eu não tou falando de me apaixonar "estou amando mesmo estando em tratamento psiquiátrico intensivo", e sim apaixonar-por-amigo-na-amizade-pureza. ATÉ ASSIM EU QUEBRO A CARA. Se apaixonar é se foder, sempre. E eu me apaixono todo dia e me fodo todo dia, ê lerê.
:P
FICÇÃO
Eu não escrevo ficção. Não gosto e não tenho talento. Mas volta e meia vem neguinho me encher o saco (hohoho) "mimimimi você deveria escrever ficção, mimimi um conto que seja, mimimi"
TÁ.
Segue aí um lance que eu escrevi quando eu era jovem, quando eu era TEEN, no ano de 2000, para a aula da querida e saudosa PSORA Norma Discini.
MUDANÇAS
Enquanto andava pelas ruas do velho centro, Marília pensava na vida. O vento gelado zunia em seus ouvidos, ligeiramente protegidos por um fone de ouvido, pelo qual ouvia suas músicas preferidas. Era bom morar no centro, o sossego dos fins de semana compensava o caos dos dias úteis, a vista de seu apartamento, linda. A janela de seu quarto se abria para o Vale do Anhangabaú, e por ser no décimo andar, o barulho dos ambulantes chegava baixinho, com os vidros fechados quase não a incomodava. E depois de quinze anos, a bem da verdade, ela já havia se habituado com o zum zum zum da cidade, era como música para seus ouvidos.
Por isso a tristeza daquela manhã. Era a última. Andava pelo centro, pensando na vida, cantando baixinho as músicas preferidas que ouvia, tentando não chorar. Observava as pombas, o céu azul de inverno, as nuvens branquinhas... quando ela veria isso de novo? As construções, deterioradas pelo tempo, mas ainda belas. O velho prédio da Light, O Teatro Municipal, a Catedral da Sé, aquilo tudo fazia parte de seu dia-a-dia, de sua história, de seus quinze anos. E agora ela tinha que ir embora.
O pai recebera uma proposta de seu patrão, um aumento considerável de salário e muitos benefícios se ele fosse trabalhar na filial de Goiás. Como único provedor de renda da casa, que para sustentar a esposa e a filha fazia malabarismos financeiros todos os meses, não pensou muito. O custo de vida em Goiânia seria menor, seu salário melhor, daria para morar em uma bela casa, com quintal, talvez uma piscina para aplacar o calor do centro-oeste.
Mas Marília não queria casa, não queria piscina, nem vida melhor, queria sua vida de sempre, seu quarto com vista para o Vale do Anhangabaú, o movimento intenso do centro. Marília não queria a paz da cidade pequena, não ia gostar, não ia se adaptar.
Voltou para casa com passos arrastados, sem saber se queria ou não chegar. O pai havia sido claro: tinham de sair de casa às onze, para que pudessem pegar o vôo das duas da tarde tranqüilamente. Na porta de seu prédio, um táxi, o porta-malas aberto, dentro, toda a bagagem, toda sua vida, sua história. Entrou no carro e viu sua infância dando adeus. Uma lágrima escorreu por seu rosto. Já não era a menina do centro. O centro já não mais a pertencia. Um palavrão cheio de raiva escapou de seus lábios, abaixou a cabeça e chorou. Chorou sem vergonha de quem a olhava torto no aeroporto, chorou até pousar em Goiânia. Sua casa, num bairro arborizado, até que era agradável. E a janela de seu quarto se abria para um lago. Algo dentro dela disse: não vai ser melhor, nem pior, vai ser diferente. E este lago me pertence.
Eu não escrevo ficção. Não gosto e não tenho talento. Mas volta e meia vem neguinho me encher o saco (hohoho) "mimimimi você deveria escrever ficção, mimimi um conto que seja, mimimi"
TÁ.
Segue aí um lance que eu escrevi quando eu era jovem, quando eu era TEEN, no ano de 2000, para a aula da querida e saudosa PSORA Norma Discini.
MUDANÇAS
Enquanto andava pelas ruas do velho centro, Marília pensava na vida. O vento gelado zunia em seus ouvidos, ligeiramente protegidos por um fone de ouvido, pelo qual ouvia suas músicas preferidas. Era bom morar no centro, o sossego dos fins de semana compensava o caos dos dias úteis, a vista de seu apartamento, linda. A janela de seu quarto se abria para o Vale do Anhangabaú, e por ser no décimo andar, o barulho dos ambulantes chegava baixinho, com os vidros fechados quase não a incomodava. E depois de quinze anos, a bem da verdade, ela já havia se habituado com o zum zum zum da cidade, era como música para seus ouvidos.
Por isso a tristeza daquela manhã. Era a última. Andava pelo centro, pensando na vida, cantando baixinho as músicas preferidas que ouvia, tentando não chorar. Observava as pombas, o céu azul de inverno, as nuvens branquinhas... quando ela veria isso de novo? As construções, deterioradas pelo tempo, mas ainda belas. O velho prédio da Light, O Teatro Municipal, a Catedral da Sé, aquilo tudo fazia parte de seu dia-a-dia, de sua história, de seus quinze anos. E agora ela tinha que ir embora.
O pai recebera uma proposta de seu patrão, um aumento considerável de salário e muitos benefícios se ele fosse trabalhar na filial de Goiás. Como único provedor de renda da casa, que para sustentar a esposa e a filha fazia malabarismos financeiros todos os meses, não pensou muito. O custo de vida em Goiânia seria menor, seu salário melhor, daria para morar em uma bela casa, com quintal, talvez uma piscina para aplacar o calor do centro-oeste.
Mas Marília não queria casa, não queria piscina, nem vida melhor, queria sua vida de sempre, seu quarto com vista para o Vale do Anhangabaú, o movimento intenso do centro. Marília não queria a paz da cidade pequena, não ia gostar, não ia se adaptar.
Voltou para casa com passos arrastados, sem saber se queria ou não chegar. O pai havia sido claro: tinham de sair de casa às onze, para que pudessem pegar o vôo das duas da tarde tranqüilamente. Na porta de seu prédio, um táxi, o porta-malas aberto, dentro, toda a bagagem, toda sua vida, sua história. Entrou no carro e viu sua infância dando adeus. Uma lágrima escorreu por seu rosto. Já não era a menina do centro. O centro já não mais a pertencia. Um palavrão cheio de raiva escapou de seus lábios, abaixou a cabeça e chorou. Chorou sem vergonha de quem a olhava torto no aeroporto, chorou até pousar em Goiânia. Sua casa, num bairro arborizado, até que era agradável. E a janela de seu quarto se abria para um lago. Algo dentro dela disse: não vai ser melhor, nem pior, vai ser diferente. E este lago me pertence.
EUFORIA: amanhã minha querida TATA PIERRY chega em São Paulo. Como eu sinto saudades dessa garota! Maio tá sendo o melhor mês do ano até agora, muitas visitas, adoooooooooooro!
Ela vai ficar até não sei quando, mas SEXTA FEIRA ela estará aqui ainda, e iremos juntas ao show do Ludov como nos velhos tempos e vai ser lindo e aaaaaaaaaaaaaaaah que saudade da Tatchenha Tatícula :~
Mais perfeito ainda só se ela trouxer a Martha e a Mari junto. :)
Até esqueci que mais eu ia escrever.
Ah lembrei, Zwan. É foda demais da conta. Honestly.
Ela vai ficar até não sei quando, mas SEXTA FEIRA ela estará aqui ainda, e iremos juntas ao show do Ludov como nos velhos tempos e vai ser lindo e aaaaaaaaaaaaaaaah que saudade da Tatchenha Tatícula :~
Mais perfeito ainda só se ela trouxer a Martha e a Mari junto. :)
Até esqueci que mais eu ia escrever.
Ah lembrei, Zwan. É foda demais da conta. Honestly.
Ainda há bondade no mundo
CENA 1
A pequena Ligia (hahahaha pequena, hahahahaha) não aguenta de ansiedade e vai revelar as fotos que fez do show da Pipodélica na quinta feira, indo contra sua convicção de só revelar as fotos quando tivesse dinheiro para isso. Ao recebê-las, nossa heroína (hahahaha heroína, hahahahaha) abre o envelopinho no balcão e começa a ver suas fotografias. O balconista se aproxima.
- Vocês que fez essas fotos?
- Sim, fui eu.
- Estão muito bonitas.
A conversa foi fluindo. A pequena Ligia (haha chega, né?) e o balconista ficaram falando sobre aspectos técnicos da fotografia enquanto as apreciavam. Falaram sobre fotometragem, ISO de filmes, lentes, câmeras e tal. Quando Ligia se preparava para sair da loja, o balconista a interceptou:
- Ei, você tem direito a uma ampliação, é cortesia de nossa loja. Por que já não escolhe qual foto quer ampliar? Em meia hora fica pronto!
- Ah é? Bom... vou escolher então!
Nossa heroína espalhou então as fotografias sobre o balcão, e foi selecionando as preferidas. Selecionando, selecionando, sobraram duas muito bonitas, que ela realmente gostaria de ampliar. O balconista opinou:
- Amplie as duas então!
Ligia, com o olhar desconsolado e a voz embargada disse:
- Eu não tenho dinheiro para fazer uma ampliação... estou com o dinheiro contado para pagar a revelação, o dinheiro que eu gastaria lanchando na ESCOLA essa semana...
O balconista, sensibilizado com a trágica história de nossa heroína, uma apaixonada por fotografia que passava por um momento ESCOLHA DE SOFIA, sorriu e disse:
- Pode ampliar as duas, fica por nossa conta.
Neste momento a face da pequena donzela se iluminou, e seus olhos ficaram marejados:
- Mesmo?
- Mesmo...
E foi assim que Ligia percebeu que ainda existe bondade no mundo. Não devemos perder a esperança jamais. E nem desistir de nossas paixões por falta de dinheiro
:~
CENA 1
A pequena Ligia (hahahaha pequena, hahahahaha) não aguenta de ansiedade e vai revelar as fotos que fez do show da Pipodélica na quinta feira, indo contra sua convicção de só revelar as fotos quando tivesse dinheiro para isso. Ao recebê-las, nossa heroína (hahahaha heroína, hahahahaha) abre o envelopinho no balcão e começa a ver suas fotografias. O balconista se aproxima.
- Vocês que fez essas fotos?
- Sim, fui eu.
- Estão muito bonitas.
A conversa foi fluindo. A pequena Ligia (haha chega, né?) e o balconista ficaram falando sobre aspectos técnicos da fotografia enquanto as apreciavam. Falaram sobre fotometragem, ISO de filmes, lentes, câmeras e tal. Quando Ligia se preparava para sair da loja, o balconista a interceptou:
- Ei, você tem direito a uma ampliação, é cortesia de nossa loja. Por que já não escolhe qual foto quer ampliar? Em meia hora fica pronto!
- Ah é? Bom... vou escolher então!
Nossa heroína espalhou então as fotografias sobre o balcão, e foi selecionando as preferidas. Selecionando, selecionando, sobraram duas muito bonitas, que ela realmente gostaria de ampliar. O balconista opinou:
- Amplie as duas então!
Ligia, com o olhar desconsolado e a voz embargada disse:
- Eu não tenho dinheiro para fazer uma ampliação... estou com o dinheiro contado para pagar a revelação, o dinheiro que eu gastaria lanchando na ESCOLA essa semana...
O balconista, sensibilizado com a trágica história de nossa heroína, uma apaixonada por fotografia que passava por um momento ESCOLHA DE SOFIA, sorriu e disse:
- Pode ampliar as duas, fica por nossa conta.
Neste momento a face da pequena donzela se iluminou, e seus olhos ficaram marejados:
- Mesmo?
- Mesmo...
E foi assim que Ligia percebeu que ainda existe bondade no mundo. Não devemos perder a esperança jamais. E nem desistir de nossas paixões por falta de dinheiro
:~
Algumas pessoas se sensibilizaram com minha atual situação financeira.
Luovin, comentarista constante desse blog, e amiga da Joam e da Cinha, se sensibilizou.
Ela disse que vai ao Bingo e vai ganhar e doar o dinheiro pra mim.
DOAR NÃO. Ela vai patrocinar a minha primeira turnê mundial. Junto comigo vai a querida amiga Yael (não vou linkar, lalala quem sabe o blog dela sabe e quem não sabe sfdaí que ela tem um blog que é SECRETO, hohohoho). Batizei de LOSERS WORLD TOUR 2003 Porque o Rio de Janeiro já não é o bastante. (Esse é o subtítulo).
A primeira etapa da LOSERS WORLD TOUR 2003 Porque o Rio de Janeiro já não é o bastante passa por Juiz de Fora, Rio de Janeiro, Florianópolis e Buenos Aires.
Acho que Yael não vai me acompanhar em todo o percurso. A não ser que... ahm... é. Florianópolis fica pro final.
;)
Luovin, comentarista constante desse blog, e amiga da Joam e da Cinha, se sensibilizou.
Ela disse que vai ao Bingo e vai ganhar e doar o dinheiro pra mim.
DOAR NÃO. Ela vai patrocinar a minha primeira turnê mundial. Junto comigo vai a querida amiga Yael (não vou linkar, lalala quem sabe o blog dela sabe e quem não sabe sfdaí que ela tem um blog que é SECRETO, hohohoho). Batizei de LOSERS WORLD TOUR 2003 Porque o Rio de Janeiro já não é o bastante. (Esse é o subtítulo).
A primeira etapa da LOSERS WORLD TOUR 2003 Porque o Rio de Janeiro já não é o bastante passa por Juiz de Fora, Rio de Janeiro, Florianópolis e Buenos Aires.
Acho que Yael não vai me acompanhar em todo o percurso. A não ser que... ahm... é. Florianópolis fica pro final.
;)
EU FICO MUITO BOBA QUANDO ENCONTRO GENTE LEGAL DE GRAÇA.
Desculpa aí demais leitores mas esse post é para os manézinhos queridos com quem passei A noite agradável.
Pipodélicos e agregados (Cristiano, Heron, moço do Ambervisions que eu não sei o nome... Zimmer? e cia), vocês são todos muito queridos. Divertidos e gentis e fofos e lindos, são todos guris de família. Eu fico extremamente eufórica quando encontro gente LEGAL como vocês, legal assim de graça. Fico eufórica e acho que não consigo expressar toda a minha alegria. Eu voltei pra casa saltitante e cantarolante porque estava feliz porque passei uma noite muito bacana com vocês, rindo horrores, em ótima companhia.
É muito bom saber que ainda existem pessoas assim bacanas como vocês.
E além de tudo isso o show foi muito foda, e vocês tocaram Space Oddity (quase chorei)!!! E vocês me deram um CD com dedicatórias fofas! Óun.
Voltem sempre e voltem logo, antes que EU me desabale pra Floripa :~
(E a noite ainda me proporcionou encontros históricos, como com FAABIO *RUIDOS* CARBONE e inesperados, como com RUBENS *ARQUIVO X*, WICCA(verna) e Professor Albert - que ficou orgulhoso por ver sua pupila com fotos até em encartes de CDs de bandas maneiras como Pipodélica)
Tomara que pelo menos o meu querido XuXu leia esse post. :~
UPDATE! Fotchenhas de ontem aqui! Um oferecimento Faabio Carbone! (Muitas fotos de lá fui eu que tirei, mas não espalha. ;P)
Desculpa aí demais leitores mas esse post é para os manézinhos queridos com quem passei A noite agradável.
Pipodélicos e agregados (Cristiano, Heron, moço do Ambervisions que eu não sei o nome... Zimmer? e cia), vocês são todos muito queridos. Divertidos e gentis e fofos e lindos, são todos guris de família. Eu fico extremamente eufórica quando encontro gente LEGAL como vocês, legal assim de graça. Fico eufórica e acho que não consigo expressar toda a minha alegria. Eu voltei pra casa saltitante e cantarolante porque estava feliz porque passei uma noite muito bacana com vocês, rindo horrores, em ótima companhia.
É muito bom saber que ainda existem pessoas assim bacanas como vocês.
E além de tudo isso o show foi muito foda, e vocês tocaram Space Oddity (quase chorei)!!! E vocês me deram um CD com dedicatórias fofas! Óun.
Voltem sempre e voltem logo, antes que EU me desabale pra Floripa :~
(E a noite ainda me proporcionou encontros históricos, como com FAABIO *RUIDOS* CARBONE e inesperados, como com RUBENS *ARQUIVO X*, WICCA(verna) e Professor Albert - que ficou orgulhoso por ver sua pupila com fotos até em encartes de CDs de bandas maneiras como Pipodélica)
Tomara que pelo menos o meu querido XuXu leia esse post. :~
UPDATE! Fotchenhas de ontem aqui! Um oferecimento Faabio Carbone! (Muitas fotos de lá fui eu que tirei, mas não espalha. ;P)
Se eu tivesse uma banda, e se eu cantasse na minha banda, eu ia querer fazer uma coverzinha despretensiosa de Beach Boys.
Não, não tocaríamos God Only Knows, que eu não sou louca de desgraçar a música mais linda de todos os tempos da história e do universo.
Tocaríamos Wouldn't It Be Nice, que eu gosto de cantar, que é boa pra saltitar.
Wouldn't it be nice if we were older
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong
You know its gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through
Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was neverending
Wouldn't it be nice
Maybe if we think and wish and hope and pray it might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then we'd be happy
Wouldn't it be nice
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But let's talk about it
Wouldn't it be nice
Eu não quero dormir, eu acho que eu tou com medo do sonho de ontem continuar, ou se repetir.
O que eu sonhei? Que meus pais maltratavam bebês.
Ui.
Não, não tocaríamos God Only Knows, que eu não sou louca de desgraçar a música mais linda de todos os tempos da história e do universo.
Tocaríamos Wouldn't It Be Nice, que eu gosto de cantar, que é boa pra saltitar.
Wouldn't it be nice if we were older
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong
You know its gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through
Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was neverending
Wouldn't it be nice
Maybe if we think and wish and hope and pray it might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then we'd be happy
Wouldn't it be nice
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But let's talk about it
Wouldn't it be nice
Eu não quero dormir, eu acho que eu tou com medo do sonho de ontem continuar, ou se repetir.
O que eu sonhei? Que meus pais maltratavam bebês.
Ui.
A Joam e a Fli vão passar pela minha cidade.
Eu não vou vê-las.
Aí, eu estaria chorando, se eu não estivesse com essa merda de bloqueio que me impede de chorar desde setembro do ano passado.
Eu não vou vê-las.
Aí, eu estaria chorando, se eu não estivesse com essa merda de bloqueio que me impede de chorar desde setembro do ano passado.
Porque tinha grandes olhos verdes, mas que não enxergavam muito longe, não enxergavam ao redor, só enxergavam o que estava na frente, bem próximo e bem nítido. E seus grandes olhos verdes nunca serviram para nada além disso. Ah, havia os elogios, mas não há nada mais clichê do que elogiar os grandes olhos verdes. E os elogios aos grandes olhos verdes eram vazios e sem cor.
Quando eram grandes olhos cinzas, enxergavam o que havia ao redor. Mas enxergavam tudo distorcido, com formas estranhamente agradáveis. Os grandes olhos cinzas iludiam quem enxergava por meio deles, os grandes olhos cinzas faziam de bobo quem os usava para enxergar.
E foi por causa dos grandes olhos verdes que ela deixou escapar boas oportunidades, por causa dos grandes olhos verdes que ela decidiu não falar quando deveria falar, e não chorar quando deveria chorar, e não sorrir, e não... por causa desses grandes olhos verdes que só enxergam o evidente, que não a deixam ver o que há em volta.
Quando eram grandes olhos cinzas, enxergavam o que havia ao redor. Mas enxergavam tudo distorcido, com formas estranhamente agradáveis. Os grandes olhos cinzas iludiam quem enxergava por meio deles, os grandes olhos cinzas faziam de bobo quem os usava para enxergar.
E foi por causa dos grandes olhos verdes que ela deixou escapar boas oportunidades, por causa dos grandes olhos verdes que ela decidiu não falar quando deveria falar, e não chorar quando deveria chorar, e não sorrir, e não... por causa desses grandes olhos verdes que só enxergam o evidente, que não a deixam ver o que há em volta.
Hoje eu resolvi dar uma limpada no meu HD e comecei pelos Received Files do ICQ.
O que mais tenho por lá são fotos. Fotos de peguetes dos meus amigos ("olha a foto do cara/da menina que eu tou pegando!"), fotos dos meus amigos ("cortei o cabelo, olha a foto e me diz sinceramente se você gostou? SINCERAMENTE"), foto dos sobrinhos/filhos/afilhados dos meus amigos ("olha e me diz se não é a criança mais linda do mundo?"), fotos de galhofa.
Eu não consegui deletar quase nada. Sou muito apegada às fotos. Até às *virtuais*.
O que mais tenho por lá são fotos. Fotos de peguetes dos meus amigos ("olha a foto do cara/da menina que eu tou pegando!"), fotos dos meus amigos ("cortei o cabelo, olha a foto e me diz sinceramente se você gostou? SINCERAMENTE"), foto dos sobrinhos/filhos/afilhados dos meus amigos ("olha e me diz se não é a criança mais linda do mundo?"), fotos de galhofa.
Eu não consegui deletar quase nada. Sou muito apegada às fotos. Até às *virtuais*.
Foto nova no EXERCÍCIO.
Porque quinta feira os manézinhos queridos estarão em São Paulo novamente, e novamente eu irei lá fotografar.
:~
Porque quinta feira os manézinhos queridos estarão em São Paulo novamente, e novamente eu irei lá fotografar.
:~
Eu gosto de sentir raiva, faz com que eu me sinta viva, eu gosto de me decepcionar, faz com que eu me sinta mais real, eu gosto de sentir dor, faz com que eu sinta, eu gosto de sentir felicidade, faz bem, gosto de sentir frio, faz com que eu dê valor à proteção, e eu gosto de sentir calor, faz com que eu sinta a minha pele, meu couro, o que me recobre.
Eu gosto de sentir fome, eu gosto de sentir sede, eu gosto de sentir carinho.
Eu não gosto de sentir pena.
E eu odeio sentir medo.
Eu gosto de sentir fome, eu gosto de sentir sede, eu gosto de sentir carinho.
Eu não gosto de sentir pena.
E eu odeio sentir medo.
JOHN LENNON MORREU ASSASSINADO POR UM FÃ
(Mais um oferecimento de Lija Elena Piadas Internas Inc.)
(Mais um oferecimento de Lija Elena Piadas Internas Inc.)
Ontem eu fui ao show do Los Hermanos no Bem Brasil. Foi bonito, mas não chegou aos pés do show do Upload, que foi emocionante à beça.
Ontem eu encontrei essa moça que é uma querida e que estava devidamente acompanhada de seu digníssimo namorado.
Ontem essa moça aqui me viu na TV (e avisou aquela moça que é uma querida, que eu disse logo aaqui em cima, que me avisou e eu fiquei com medo e vergonha).
Ontem quando eu tava voltando do SESC Interlagos com o Garfs me bateu um desespero esquisitíssimo e uma vontade absurda de estar em casa, de estar com meus pais. Eu só me acalmei quando cheguei em casa. Garfs, amigow, desculpa as malcriações, eu tava alterada. Surtei mesmo. Queria meus pais.
Ontem eu conversei com uma velha amiga com quem eu não falava há tempos. Foi bom poder fofocar com a Fê. :~
Ontem eu ouvi a trilha de Amélie Poulain e fiquei emo.
Ontem eu comi brigadeiro com côco.
Ontem eu senti saudades.
Ontem eu quis ser outra pessoa por alguns segundos. POR ALGUNS SEGUNDOS.
Trabalhos encerrados por hoje, até segunda ordem. Fiquem com o Flocgel, com o E daí?!, com o P&D, com o Exercício e com o Madrugal Gourmet, por enquanto. Tem eu em todos eles.
Ontem eu encontrei essa moça que é uma querida e que estava devidamente acompanhada de seu digníssimo namorado.
Ontem essa moça aqui me viu na TV (e avisou aquela moça que é uma querida, que eu disse logo aaqui em cima, que me avisou e eu fiquei com medo e vergonha).
Ontem quando eu tava voltando do SESC Interlagos com o Garfs me bateu um desespero esquisitíssimo e uma vontade absurda de estar em casa, de estar com meus pais. Eu só me acalmei quando cheguei em casa. Garfs, amigow, desculpa as malcriações, eu tava alterada. Surtei mesmo. Queria meus pais.
Ontem eu conversei com uma velha amiga com quem eu não falava há tempos. Foi bom poder fofocar com a Fê. :~
Ontem eu ouvi a trilha de Amélie Poulain e fiquei emo.
Ontem eu comi brigadeiro com côco.
Ontem eu senti saudades.
Ontem eu quis ser outra pessoa por alguns segundos. POR ALGUNS SEGUNDOS.
Trabalhos encerrados por hoje, até segunda ordem. Fiquem com o Flocgel, com o E daí?!, com o P&D, com o Exercício e com o Madrugal Gourmet, por enquanto. Tem eu em todos eles.
A VIDA DE LIJA - Uma comédia nonsense.
1ª Cena:
TAKE 1
- :o*
- Ei, melhor você não chegar muito perto, para não pegar gripe, Lija!
- Mas eu nunca pego gripe...
- Ah não?
- Não... eu poderia beijar tua boca que ainda assim não pegaria.
CORTA! Muito canastrona, Lija... isso até serviria para um homem, fosse ele um canastrão, mas para uma menina como você não combina...
1ª Cena:
TAKE 2
- :o*
- Ei, melhor você não chegar muito perto, para não pegar gripe, Lija!
- Ah, mas a gripe é tua, nem me importo se pegar...
CORTA! Ai, que monga... que resposta mais brega... na boa, você pode fazer melhor.
1ª Cena:
TAKE 3
- :o*
- Ei, melhor você não chegar muito perto, para não pegar gripe, Lija!
- Ahn... ahn... não tem problema
- Não? Então tá.
Maravilha! Que atuação naturalista! Resposta horrível, mas a atuação perfeita!
É que errrrr... eu não tava atuando. Eu sou lerda-monga assim mesmo. Depois de umas duas horas as respostas que eu poderia ter dado começam a surgir na minha cabeça... e mesmo sendo canastrona, ou monga e brega, é melhor do que ser lerda do jeito que eu sou.
2ª Cena
- Aí, tou triste.
- Triste por que, Lija?
- Porque sei lá, as coisas não andam, não dão certo, não funcionam.
- E...?
- E EU SOU UMA INCAPAZ!
3ª Cena
Dentro do carro, Lija cantarola canções do Cardigans... 4h40 da manhã em São Paulo, 17°. Marginal do Rio Pinheiros, pista local, sentido Interlagos-Jaguaré. Ao olhar para o lado esquerdo, Lija vê o trem espanhol passando vagarosamente. Lija se indaga "ué, o trem espanhol a essa hora?!" Aí Lija percebe que a essa hora já tem gente indo trabalhar pra ganhar dinheiro, enquanto ela gasta o que não tem bebendo vinho aguado com um amigo que, reconheçamos, tem MUITA PACIÊNCIA para aguentar seus resmungos e suas crises de eu sou bacana/eu sou chata, eu sou gostosa/eu sou gorda, eu sou rica/eu sou pobre, eu sou desinteressante/eu sou desinteressante.
CORTA! Vamos usar Cardigans mesmo na trilha? Ficou melancólico, ela podia bater o carro pro público rir um pouco, né?
Não, ela não pode bater o carro, o seguro tá vencido.
Ih é, deixa então que daqui a pouco ela faz alguma besteira pro povo rir
HOJE EU CANTEI "IMPERFEITO" COM O LUDOV!
Risos histéricos de deboche
FIM
1ª Cena:
TAKE 1
- :o*
- Ei, melhor você não chegar muito perto, para não pegar gripe, Lija!
- Mas eu nunca pego gripe...
- Ah não?
- Não... eu poderia beijar tua boca que ainda assim não pegaria.
CORTA! Muito canastrona, Lija... isso até serviria para um homem, fosse ele um canastrão, mas para uma menina como você não combina...
1ª Cena:
TAKE 2
- :o*
- Ei, melhor você não chegar muito perto, para não pegar gripe, Lija!
- Ah, mas a gripe é tua, nem me importo se pegar...
CORTA! Ai, que monga... que resposta mais brega... na boa, você pode fazer melhor.
1ª Cena:
TAKE 3
- :o*
- Ei, melhor você não chegar muito perto, para não pegar gripe, Lija!
- Ahn... ahn... não tem problema
- Não? Então tá.
Maravilha! Que atuação naturalista! Resposta horrível, mas a atuação perfeita!
É que errrrr... eu não tava atuando. Eu sou lerda-monga assim mesmo. Depois de umas duas horas as respostas que eu poderia ter dado começam a surgir na minha cabeça... e mesmo sendo canastrona, ou monga e brega, é melhor do que ser lerda do jeito que eu sou.
2ª Cena
- Aí, tou triste.
- Triste por que, Lija?
- Porque sei lá, as coisas não andam, não dão certo, não funcionam.
- E...?
- E EU SOU UMA INCAPAZ!
3ª Cena
Dentro do carro, Lija cantarola canções do Cardigans... 4h40 da manhã em São Paulo, 17°. Marginal do Rio Pinheiros, pista local, sentido Interlagos-Jaguaré. Ao olhar para o lado esquerdo, Lija vê o trem espanhol passando vagarosamente. Lija se indaga "ué, o trem espanhol a essa hora?!" Aí Lija percebe que a essa hora já tem gente indo trabalhar pra ganhar dinheiro, enquanto ela gasta o que não tem bebendo vinho aguado com um amigo que, reconheçamos, tem MUITA PACIÊNCIA para aguentar seus resmungos e suas crises de eu sou bacana/eu sou chata, eu sou gostosa/eu sou gorda, eu sou rica/eu sou pobre, eu sou desinteressante/eu sou desinteressante.
CORTA! Vamos usar Cardigans mesmo na trilha? Ficou melancólico, ela podia bater o carro pro público rir um pouco, né?
Não, ela não pode bater o carro, o seguro tá vencido.
Ih é, deixa então que daqui a pouco ela faz alguma besteira pro povo rir
HOJE EU CANTEI "IMPERFEITO" COM O LUDOV!
Risos histéricos de deboche
FIM
FALÊNCIA
Sim. Dessa vez é sério. Eu não tenho mais dinheiro nenhum. Honrarei com minhas dívidas do mês e passo a régua. Não tenho mais dinheiro. Nem um tostão. Nem pra por gasolina no carro. Nem dez reais para ver o Ludov, nem sete reais para ver os Hermanos, nem um real para comprar um saco de biscoito de polvilho e assistir Os Normais hoje a noite. Zero, nada, niente, rien, NADAAAAAA. Nem pra ir pro Rio, nem pra Juiz de Fora nos Jogos Jurídicos, nem para ir pra Santana do Parnaíba vistar a Karla. ZERO. Nem para fazer meus interurbanos que me fazem tão feliz, eu não tenho nada, entenderam? NADA.
Mas sabe? Tudo bem. Sempre haverá filmes passando na tevê, filmes que eu ainda não assisti, com a dublagem que eu não decorei ainda. Sempre haverá shows de graça na praça Charles Miller, e eu poderei ir lá tomar chuva e levar porrada da PM... sempre haverá o teatro do SESI, e os amigos como o Garfs que me acolhem e me dão comida e abrigo (ainda que sem cobertas e ainda que a comida seja iogurte vencido). E ainda há muitos livros aqui em casa que eu não li, e há a internet com suas zilhares de MP3 para eu baixar, e as pessoas para conversar, e não, eu nem vou morrer por não poder ir ao Rio, aliás eu já fui muitas vezes, acho que nos últimos dois anos eu fui mais vezes ao Rio que à casa da minha avó, que mora há poucos quilometros daqui, na mesma cidade que eu. E as roupas, bem, estão velhas e puídas mas para ficar em casa não tem problema. Afinal de contas, como eu vou sair, sem dinheiro?
Socorro. Alguém quer me contratar? Eu sou pobre mas sou limpinha. E não cobro caro não. estagiária de comunicação social não pode se dar o luxo de cobrar caro... alguém quer me contratar?
Sim. Dessa vez é sério. Eu não tenho mais dinheiro nenhum. Honrarei com minhas dívidas do mês e passo a régua. Não tenho mais dinheiro. Nem um tostão. Nem pra por gasolina no carro. Nem dez reais para ver o Ludov, nem sete reais para ver os Hermanos, nem um real para comprar um saco de biscoito de polvilho e assistir Os Normais hoje a noite. Zero, nada, niente, rien, NADAAAAAA. Nem pra ir pro Rio, nem pra Juiz de Fora nos Jogos Jurídicos, nem para ir pra Santana do Parnaíba vistar a Karla. ZERO. Nem para fazer meus interurbanos que me fazem tão feliz, eu não tenho nada, entenderam? NADA.
Mas sabe? Tudo bem. Sempre haverá filmes passando na tevê, filmes que eu ainda não assisti, com a dublagem que eu não decorei ainda. Sempre haverá shows de graça na praça Charles Miller, e eu poderei ir lá tomar chuva e levar porrada da PM... sempre haverá o teatro do SESI, e os amigos como o Garfs que me acolhem e me dão comida e abrigo (ainda que sem cobertas e ainda que a comida seja iogurte vencido). E ainda há muitos livros aqui em casa que eu não li, e há a internet com suas zilhares de MP3 para eu baixar, e as pessoas para conversar, e não, eu nem vou morrer por não poder ir ao Rio, aliás eu já fui muitas vezes, acho que nos últimos dois anos eu fui mais vezes ao Rio que à casa da minha avó, que mora há poucos quilometros daqui, na mesma cidade que eu. E as roupas, bem, estão velhas e puídas mas para ficar em casa não tem problema. Afinal de contas, como eu vou sair, sem dinheiro?
Socorro. Alguém quer me contratar? Eu sou pobre mas sou limpinha. E não cobro caro não. estagiária de comunicação social não pode se dar o luxo de cobrar caro... alguém quer me contratar?
Belle and Sebastian e eu, um caso de amor.
Lembro bem a primeira vez que ouvi, foi na casa de um amigo do Fred, o Anderson. Era 13 de janeiro de 2001, um lindo dia de muito sol na Ilha do Governador. Anderson colocou o If You're Feeling Sinister pra gente ouvir. Fred fez uma careta, detestou, eu me apaixonei. Fiz uma imagem mental muito legal: que música alegrinha, que música saltitante, que bacana!
Naquele dia mesmo, ou num dos dias que vieram depois, no Rock in Rio, Fred comprou o If You're Feeling Sinister pra mim na lojinha da Trama (lembram? Vários CDs fodões e baratinhos!). Passei a ouvir muito Belle and Sebastian, o tempo todo, dividia o gosto pelos escoceses com meu primo preferido, Renato, várias festinhas familiares e a gente boicotando a tradicional emepebê pra colocar B&S e saltitar.
Na Páscoa de 2001 eu ganhei o The Boy With the Arab Strap. Não tão foda quanto o imbatível If You're Feeling Sinister, mas ainda assim fodão. Veio o Free Jazz, eu não fui, mas fiquei encantadinha por eles, assisti pela TV, tão belo...
Devo confessar que não sou fãããããããã de B&S. Não tenho todos os CDs e nem me arrependo amargamente por não ter ido ao show (me arrependo, mas não amargamente). Mas ALGO na música deles me faz bem me faz sorrir e saltitar. Às vezes coloco todas minhas MP3 - não são muitas, umas 600 - para tocar randomicamente no winamp, e é engraçado... TODA VEZ que eu páro e penso *ei, essa música é linda*, é algo do B&S que tá rolando, fatalmente.
B&S me faz sorrir, e isso é suficiente pra fazer com que eu os ame.
Trilha sonora: Belle and Sebastian - Lazy Line.
Lembro bem a primeira vez que ouvi, foi na casa de um amigo do Fred, o Anderson. Era 13 de janeiro de 2001, um lindo dia de muito sol na Ilha do Governador. Anderson colocou o If You're Feeling Sinister pra gente ouvir. Fred fez uma careta, detestou, eu me apaixonei. Fiz uma imagem mental muito legal: que música alegrinha, que música saltitante, que bacana!
Naquele dia mesmo, ou num dos dias que vieram depois, no Rock in Rio, Fred comprou o If You're Feeling Sinister pra mim na lojinha da Trama (lembram? Vários CDs fodões e baratinhos!). Passei a ouvir muito Belle and Sebastian, o tempo todo, dividia o gosto pelos escoceses com meu primo preferido, Renato, várias festinhas familiares e a gente boicotando a tradicional emepebê pra colocar B&S e saltitar.
Na Páscoa de 2001 eu ganhei o The Boy With the Arab Strap. Não tão foda quanto o imbatível If You're Feeling Sinister, mas ainda assim fodão. Veio o Free Jazz, eu não fui, mas fiquei encantadinha por eles, assisti pela TV, tão belo...
Devo confessar que não sou fãããããããã de B&S. Não tenho todos os CDs e nem me arrependo amargamente por não ter ido ao show (me arrependo, mas não amargamente). Mas ALGO na música deles me faz bem me faz sorrir e saltitar. Às vezes coloco todas minhas MP3 - não são muitas, umas 600 - para tocar randomicamente no winamp, e é engraçado... TODA VEZ que eu páro e penso *ei, essa música é linda*, é algo do B&S que tá rolando, fatalmente.
B&S me faz sorrir, e isso é suficiente pra fazer com que eu os ame.
Trilha sonora: Belle and Sebastian - Lazy Line.
QUEM SE IMPORTA?!
É, negada, ninguém se importa, ninguém se importa.
Eu não me importo. Vocês se importam?
Na verdade eu me importo sim, e aí quando eu percebo que ninguém se importa fico tristinha pra dedéu.
Você já quebrou promessas? Vocês faz promessas? Você se sente mal quando quebra as promessas ou nem se importa? Eu fiz uma promessa e quebrei. Quem se importa? Eu me importo. Ééééééé, negada... coisa séria.
Sabe, eu tenho uma música *queria que tivesse sido escrita pra mim*. Happy Meal II. Cardigans. Fueda, fueda.
Eu nem falei nada do dia das mães aqui. Minha mãe biológica não é exatamente a pessoa que mais me ama no mundo, quer dizer, ela deve me amar porque eu sou filha dela, afinal, mas a gente não tem a melhor relação do mundo. Hoje em dia temos uma relação *cordial* (não, não vá até a raiz da palavra, que esse CORDIAL nada tem a ver com CORAÇÃO), fala sério, é muito ESCROTO ter uma relação cordial com a mãe. Mas enfim, eu a admiro por uma série de coisas. Mas como mãe acho que não. Sei lá, é complicado, se eu fosse ela teria feito uma série de coisas diferentes com relação a mim, mas quem sou eu pra julgar o que se passa na cabeça dela? Acho que muitas vezes aqui em casa meu pai foi minha mãe, e minha mãe não foi ninguém. Hoje em dia a gente se respeita, acho. Menos mal, mas não é bom.
Eu tenho também a minha mãe carioca querida do coração.
PESSOAS QUE EU AMO pt. 2
Maju.
:~
Ela não é só minha mãe, é mãe de uma PENCA, porque é algo inerente a ela esse coraçãozão imenso, acolhedor e carinhoso. Maju é muito coração, muito impulso, pura emoção. A gente é super diferente nesse aspecto - eu sou bem cabeça, bem mais racional que ela, racional até demais - mas em outros somos tão parecidas que parece que ela me educou desde pequetitita. Me orgulho muito dela, mesmo às vezes não entendendo certas atitudes, mesmo de vez em quando tendo de dar bronca e puxar a orelha da minha mãe (ora veja só!).
Eu não sei se vou ter a Maju pra sempre na minha vida (bem que eu queria!), porque ao mesmo tempo que ela é acolhedora, eu a acho bem desapegada. Por ser muito coração, ela se joga nas coisas com muita intensidade. Não me assustaria se um dia ela se apaixonasse por um Timorense e largasse tudo pra passar o resto da vida na Ásia. Então eu procuro curtir cada momento com a Maju intensamente. Ela é imprevisível à beça, então é legal afofar enquanto é tempo. E ela é TÃO afofável :)
Mas sabe? Acho que mesmo se um dia ela resolvesse passar a vida na Ásia, ainda assim a gente ainda teria uma na vida da outra.
Amo a Maju :~
É, negada, ninguém se importa, ninguém se importa.
Eu não me importo. Vocês se importam?
Na verdade eu me importo sim, e aí quando eu percebo que ninguém se importa fico tristinha pra dedéu.
Você já quebrou promessas? Vocês faz promessas? Você se sente mal quando quebra as promessas ou nem se importa? Eu fiz uma promessa e quebrei. Quem se importa? Eu me importo. Ééééééé, negada... coisa séria.
Sabe, eu tenho uma música *queria que tivesse sido escrita pra mim*. Happy Meal II. Cardigans. Fueda, fueda.
Eu nem falei nada do dia das mães aqui. Minha mãe biológica não é exatamente a pessoa que mais me ama no mundo, quer dizer, ela deve me amar porque eu sou filha dela, afinal, mas a gente não tem a melhor relação do mundo. Hoje em dia temos uma relação *cordial* (não, não vá até a raiz da palavra, que esse CORDIAL nada tem a ver com CORAÇÃO), fala sério, é muito ESCROTO ter uma relação cordial com a mãe. Mas enfim, eu a admiro por uma série de coisas. Mas como mãe acho que não. Sei lá, é complicado, se eu fosse ela teria feito uma série de coisas diferentes com relação a mim, mas quem sou eu pra julgar o que se passa na cabeça dela? Acho que muitas vezes aqui em casa meu pai foi minha mãe, e minha mãe não foi ninguém. Hoje em dia a gente se respeita, acho. Menos mal, mas não é bom.
Eu tenho também a minha mãe carioca querida do coração.
PESSOAS QUE EU AMO pt. 2
Maju.
:~
Ela não é só minha mãe, é mãe de uma PENCA, porque é algo inerente a ela esse coraçãozão imenso, acolhedor e carinhoso. Maju é muito coração, muito impulso, pura emoção. A gente é super diferente nesse aspecto - eu sou bem cabeça, bem mais racional que ela, racional até demais - mas em outros somos tão parecidas que parece que ela me educou desde pequetitita. Me orgulho muito dela, mesmo às vezes não entendendo certas atitudes, mesmo de vez em quando tendo de dar bronca e puxar a orelha da minha mãe (ora veja só!).
Eu não sei se vou ter a Maju pra sempre na minha vida (bem que eu queria!), porque ao mesmo tempo que ela é acolhedora, eu a acho bem desapegada. Por ser muito coração, ela se joga nas coisas com muita intensidade. Não me assustaria se um dia ela se apaixonasse por um Timorense e largasse tudo pra passar o resto da vida na Ásia. Então eu procuro curtir cada momento com a Maju intensamente. Ela é imprevisível à beça, então é legal afofar enquanto é tempo. E ela é TÃO afofável :)
Mas sabe? Acho que mesmo se um dia ela resolvesse passar a vida na Ásia, ainda assim a gente ainda teria uma na vida da outra.
Amo a Maju :~
Tudo começou ontem. Depois de uma noite de FRIO dormindo sem coberta na casa do Garfs (eu estava vestida, eu estava de pijama e coberta por meu poncho peruano, mas sem edredons e cobertores e essas coisas que se fazem necessárias no outono paulistano) eu acordei às 7h para ir trabalhar.
Me estressei, me envergonhei, me irritei, fiquei amiguinha de pessoas que eu nem imaginava poder suportar, brinquei de telejornalista, dei risada, entrevistei o Ira! - foi legal, mas eu acho que o Nasi quis me sacanear e conseguiu. Ok. Com 20 anos e estudante ainda, eu posso ser sacaneada - entrevistei o Otaviano Costa, que eu achei que fosse um mala e que eu achei que entrevistá-lo seria um mico, mas nem foi, o cara é simples, simpático, inteligente, e fofo. Mas não, não é gato não. Trabalhei à vera e não comi nada, não fui remunerada, mas vou te dizer, exorcizei tudo no show do Ira!. Foi muito bom, os caras são profissionalíssimos, mesmo com um público pífio eles foram lá e tocaram com vontade, com competência, eu dancei horrores, fotografei e fui embora feliz. Ah, se não fosse o Ira!...
Acordei hoje às 16h. Ih, show do Pato Fu. Deve ser às 19h, dá tempo de comer, tomar um bom banho e ir. Só pra ter certeza, resolvi checar no jornal o horário. Era às 18h. Banho-à-jato e fui. No meio do caminho meu telefone toca, era o JP. "Ei, tou indo pro show do Pato Fu, bora?" "Bora." Meia-volta, e pronto, tinha boa companhia pro show do Pato Fu.
O show do Pato Fu. Caraleo.
De onde assistimos, uma das últimas fileiras do mezanino do teatro (imenso e maravilhoso) do SESC Vila Mariana, tínhamos uma visão muito interessante. Víamos do alto e a totalidade do palco, coisa que quando se está muito perto não é possível ver (ainda mais quando se está atrás de um visorzinho de menos de 1 cm², como eu quando fotografo). Eu geralmente presto muita atenção à iluminação dos shows, às projeções do fundo, coisas mais visuais. JP me chamou atenção para uns lances de som. É impressionante, o show do Pato Fu é tecnicamente irretocável! Foooooooda.
Adriano (é Adriano, néam?), da luz, mais uma vez de parabéns. Eu já tinha dado os parabéns pessoalmente no show do Tom Brasil, mas vendo de longe é ainda mais bonito. Pena que agora sabe-se lá quando verei Pato Fu de novo. Pena, porque é sempre bom. Mas o motivo do afastamento deles é melhor ainda. :) Fernanda de barrigucha, ounnnnnnnn.
E eles tocaram Não Mais. :~~~~~
Fim de noite com hamburger e vinho, conversê com JP e Cosmic Rough Riders, tudo muito bom.
Puta fim de semana atribulado, tou moída. Dormirei. :P
Me estressei, me envergonhei, me irritei, fiquei amiguinha de pessoas que eu nem imaginava poder suportar, brinquei de telejornalista, dei risada, entrevistei o Ira! - foi legal, mas eu acho que o Nasi quis me sacanear e conseguiu. Ok. Com 20 anos e estudante ainda, eu posso ser sacaneada - entrevistei o Otaviano Costa, que eu achei que fosse um mala e que eu achei que entrevistá-lo seria um mico, mas nem foi, o cara é simples, simpático, inteligente, e fofo. Mas não, não é gato não. Trabalhei à vera e não comi nada, não fui remunerada, mas vou te dizer, exorcizei tudo no show do Ira!. Foi muito bom, os caras são profissionalíssimos, mesmo com um público pífio eles foram lá e tocaram com vontade, com competência, eu dancei horrores, fotografei e fui embora feliz. Ah, se não fosse o Ira!...
Acordei hoje às 16h. Ih, show do Pato Fu. Deve ser às 19h, dá tempo de comer, tomar um bom banho e ir. Só pra ter certeza, resolvi checar no jornal o horário. Era às 18h. Banho-à-jato e fui. No meio do caminho meu telefone toca, era o JP. "Ei, tou indo pro show do Pato Fu, bora?" "Bora." Meia-volta, e pronto, tinha boa companhia pro show do Pato Fu.
O show do Pato Fu. Caraleo.
De onde assistimos, uma das últimas fileiras do mezanino do teatro (imenso e maravilhoso) do SESC Vila Mariana, tínhamos uma visão muito interessante. Víamos do alto e a totalidade do palco, coisa que quando se está muito perto não é possível ver (ainda mais quando se está atrás de um visorzinho de menos de 1 cm², como eu quando fotografo). Eu geralmente presto muita atenção à iluminação dos shows, às projeções do fundo, coisas mais visuais. JP me chamou atenção para uns lances de som. É impressionante, o show do Pato Fu é tecnicamente irretocável! Foooooooda.
Adriano (é Adriano, néam?), da luz, mais uma vez de parabéns. Eu já tinha dado os parabéns pessoalmente no show do Tom Brasil, mas vendo de longe é ainda mais bonito. Pena que agora sabe-se lá quando verei Pato Fu de novo. Pena, porque é sempre bom. Mas o motivo do afastamento deles é melhor ainda. :) Fernanda de barrigucha, ounnnnnnnn.
E eles tocaram Não Mais. :~~~~~
Fim de noite com hamburger e vinho, conversê com JP e Cosmic Rough Riders, tudo muito bom.
Puta fim de semana atribulado, tou moída. Dormirei. :P
Acabei de chegar do show do Ludov de novo, e foi fera de novo, e eu vou adorar poder postar isso todas sextas feiras até... até...até sei lá. Até não haver mais Mondo '77. Destaque pro Habacuque cantando Blister in the Sun. *Destaque negativo* pro fato do Edu não ter cantado nada do Belle and Sebastian - é sempre lindo. E po... o que foi Suspicious Minds? CATARSE.
(Momento *mimimimi* - depois de muita insistência, tocaram Erika. Tocaram Erikaaa. Eu fiuei emo, mas só vou me abalar MESMO, ir às lágrimas e tal, quando tocarem Heaven is a Movie Theater.)
:~
(Momento *propaganda* - esse é o blog do Vlad, baterista do Ludov e um queriiiiido. Hoje lá no Sattva ele chegou todo fofo: "ei eu comentei no seu blog". Sim, comentou, e eu vi e fiquei a mais feliz. Então visitem o blog do Vlad, alem dele ser queriiiiido e ótimo baterista, o blog dele é bacanão)
Ai, vou dormir que amanhã o dia é longo. Vai rolar um evento na minha faculdade e vai ter show do Ira! e eu adoro Ira! Eu vou trabalhar nesse evento, vou entrevistar o Ira, e vai ser super bacana :~
I hope.
DOMINGO TEM PATO FU QUEM QUER IR ME AVI-SÁ! TELEFO-NÁ! DEIXA RECA-DÔ
:P
Chega, Ligia. Vai dormir.
Vou.
Vôo.
Tchau.
(Momento *mimimimi* - depois de muita insistência, tocaram Erika. Tocaram Erikaaa. Eu fiuei emo, mas só vou me abalar MESMO, ir às lágrimas e tal, quando tocarem Heaven is a Movie Theater.)
:~
(Momento *propaganda* - esse é o blog do Vlad, baterista do Ludov e um queriiiiido. Hoje lá no Sattva ele chegou todo fofo: "ei eu comentei no seu blog". Sim, comentou, e eu vi e fiquei a mais feliz. Então visitem o blog do Vlad, alem dele ser queriiiiido e ótimo baterista, o blog dele é bacanão)
Ai, vou dormir que amanhã o dia é longo. Vai rolar um evento na minha faculdade e vai ter show do Ira! e eu adoro Ira! Eu vou trabalhar nesse evento, vou entrevistar o Ira, e vai ser super bacana :~
I hope.
DOMINGO TEM PATO FU QUEM QUER IR ME AVI-SÁ! TELEFO-NÁ! DEIXA RECA-DÔ
:P
Chega, Ligia. Vai dormir.
Vou.
Vôo.
Tchau.
GAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH TIENES QUE EXORCIZAR! XÔ XÔ XÔ!
Outro mantra. Para espantar os sem loção. Ai ai ai.
(Pra quem não sabe, os outros mantras são "Fuck the Pain Away" e "Express yourself, don't repress yourself". Eu repito baixinho, de acordo com a ocasião.
Outro mantra. Para espantar os sem loção. Ai ai ai.
(Pra quem não sabe, os outros mantras são "Fuck the Pain Away" e "Express yourself, don't repress yourself". Eu repito baixinho, de acordo com a ocasião.
É clichê? É. Mas eu vou fazer mesmo assim, porque eu tou afim.
PESSOAS QUE EU AMO pt. 1
Joam.
Eu a conheço há anos, mas ficamos amigas mesmo há pouco tempo, por causa do saudoso Massaro. Ela é linda, dá colo, tem um abraço delicioso, o sorriso mais legal do mundo. Eu me sinto muito à vontade com a Joam, pra falar qualquer bobagem, pra fazer qualquer bobagem, mas de verdade, o que eu mais gosto de fazer quando encontro a Joam e abraçar bem abraçado e não desgrudar nunca, e conversar horrores. Só ela pra ficar horas comigo conversando sobre minha paixão platônica, sobre o *cara de quem ela é fã*. A gente ri horrores juntas, mas já choramingamos muito uma no ombro da outra. Eu confio totalmente na Joam. E apesar de termos opiniões diferentes quanto a alguns assuntos, a gente se respeita e se gosta muito mesmo assim. A gente se ama. Muito. A Joam é um dos fatores que me fazem ir pro Rio sempre sempre sempre que eu posso. Joam é uma daquelas pessoas que eu queria ter na minha vida PRA SEMPRE. Não são muitas que entram nesse rol.
No atual momento, achei muito justo a Joam inaugurar a série PESSOAS QUE EU AMO.

PESSOAS QUE EU AMO pt. 1
Joam.
Eu a conheço há anos, mas ficamos amigas mesmo há pouco tempo, por causa do saudoso Massaro. Ela é linda, dá colo, tem um abraço delicioso, o sorriso mais legal do mundo. Eu me sinto muito à vontade com a Joam, pra falar qualquer bobagem, pra fazer qualquer bobagem, mas de verdade, o que eu mais gosto de fazer quando encontro a Joam e abraçar bem abraçado e não desgrudar nunca, e conversar horrores. Só ela pra ficar horas comigo conversando sobre minha paixão platônica, sobre o *cara de quem ela é fã*. A gente ri horrores juntas, mas já choramingamos muito uma no ombro da outra. Eu confio totalmente na Joam. E apesar de termos opiniões diferentes quanto a alguns assuntos, a gente se respeita e se gosta muito mesmo assim. A gente se ama. Muito. A Joam é um dos fatores que me fazem ir pro Rio sempre sempre sempre que eu posso. Joam é uma daquelas pessoas que eu queria ter na minha vida PRA SEMPRE. Não são muitas que entram nesse rol.
No atual momento, achei muito justo a Joam inaugurar a série PESSOAS QUE EU AMO.

Eu tenho mania de investigar. Não é por mal, eu sinto prazer em investigar pessoas. Não entendam este investigar como algo ruim, como procurar defeitos, procurar problemas, fuxicar. Eu simplesmente procuro sempre saber mais. É engraçado, que as vezes, investigando despretensiosamente, quase sem perceber, acabo descobrindo uma infinidade de coisas que a pessoa investigada nem sabe que eu sei. E aí, em conversas com a pessoa investigada, ela me conta coisas e eu sinto um déjà vu muito engraçado.
O google é um grande aliado nessas investigações. Claro que não é só o google. Com esse costume de investigar as pessoas, acho que apurei meu faro, já sei onde e como encontrar determinadas informações. Alguns amigos que conhecem esse meu gosto para a investigação recorrem a mim quando precisam saber mais sobre determinada pessoa. Seja para saber de seu passado, ou dos lugares onde ela pode ser encontrada, maiores detalhes sobre o que faz da vida ou idade, signo, endereço...
Às vezes me assusto. Da mesma maneira que descubro coisas das outras pessoas sem que elas saibam, alguém pode saber coisas de mim que eu nem imagino. É complicado. Não dá pra se iludir, nada é fácil de ser escondido hoje em dia.
Ai que vontade de comer no Outback.
O google é um grande aliado nessas investigações. Claro que não é só o google. Com esse costume de investigar as pessoas, acho que apurei meu faro, já sei onde e como encontrar determinadas informações. Alguns amigos que conhecem esse meu gosto para a investigação recorrem a mim quando precisam saber mais sobre determinada pessoa. Seja para saber de seu passado, ou dos lugares onde ela pode ser encontrada, maiores detalhes sobre o que faz da vida ou idade, signo, endereço...
Às vezes me assusto. Da mesma maneira que descubro coisas das outras pessoas sem que elas saibam, alguém pode saber coisas de mim que eu nem imagino. É complicado. Não dá pra se iludir, nada é fácil de ser escondido hoje em dia.
Ai que vontade de comer no Outback.
Esse blog não tem feito muito sentido pra mim.
Engraçado. Antes eu tinha o TODA ENROLADA. Fechei o Toda Enrolada e abri o Pássara. Altas coisas mudaram na minha vida, não dava mais pra eu continuar com o Toda Enrolada, mas dava pra eu escrever no Pássara.
Será que vou largar o Pássara e abrir um outro blog? Ou largar o Pássara e continuar só com os coletivos? Caso ou compro uma bicicleta? Sexta feira, vou ao show do Netunos ou do Ludov? Ou dou uma de louca e tento ir aos dois?
Engraçado. Antes eu tinha o TODA ENROLADA. Fechei o Toda Enrolada e abri o Pássara. Altas coisas mudaram na minha vida, não dava mais pra eu continuar com o Toda Enrolada, mas dava pra eu escrever no Pássara.
Será que vou largar o Pássara e abrir um outro blog? Ou largar o Pássara e continuar só com os coletivos? Caso ou compro uma bicicleta? Sexta feira, vou ao show do Netunos ou do Ludov? Ou dou uma de louca e tento ir aos dois?
PALTO! NARIGUDA! GORDA!
PESADA! BABACA! ESTÚPIDA!
ADÁGIO!
Tinha duas paulistas, uma desorientada e um judeu dentro do carro...
ENLARGE YOUR FINGER! ENLARGE YOUR COTÓ!
Flekiana gosta de dançar axé e jogar pingue pongue
Às vezes você tem que admitir que perdeu.
NINFOMANÍACA!
EU ME RENDO: Amo vocês todos :~
PESADA! BABACA! ESTÚPIDA!
ADÁGIO!
Tinha duas paulistas, uma desorientada e um judeu dentro do carro...
ENLARGE YOUR FINGER! ENLARGE YOUR COTÓ!
Flekiana gosta de dançar axé e jogar pingue pongue
Às vezes você tem que admitir que perdeu.
NINFOMANÍACA!
EU ME RENDO: Amo vocês todos :~
Sem sombra de dúvidas, uma das melhores coisas que eu posso fazer por mim mesma é vir pro Rio. Só me faz bem, absurdo. QUANTA GENTE MARAVILHOSA NUM LUGAR SÓ. :~~~~~~
Estou aqui na Pensão Alexim sendo muito bem tratada, tou muito feliz, e até o calor foi embora pra tornar tudo mais agradável. Torno a dar notícias quando estiver de volta a terrinha. Minha mãe vacilona não tá no Rio :\
;)
Estou aqui na Pensão Alexim sendo muito bem tratada, tou muito feliz, e até o calor foi embora pra tornar tudo mais agradável. Torno a dar notícias quando estiver de volta a terrinha. Minha mãe vacilona não tá no Rio :\
;)